Longe vão os tempos em que o estigma do sexo fraco era
sinónimo de inferioridade. Felizmente a óbvia diferença de massa muscular
provou ser dissociável do intelecto! …eu arriscaria proporcionalmente inversa…
mas com esforço e concentração, que não é defeito de origem… a questão fica
deveras equilibrada! Contudo ainda “abarcamos” com alguns erros genéticos…
nomeadamente as alterações hormonais que só com muito ioga permitem ignorar o
grão de pó ou o tapete milimetricamente torto. São tão ridículas estas
oscilações de humor e de critérios quanto incontroláveis… e, na maior parte das
vezes incompreendidas. Não é preciso “amém”! O simples ignorar, é ajuda
tremenda… não é acertado nem desejável acrescentar mais lenha numa caldeira já
em ebulição! Carinhos e miminhos também são uma opção válida… e nunca são de
mais… mas comedidos e medidos… o nível sensibilidade é comparável com um suave
toque de brisa numa pele arrepiada. J

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