segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cada “coisa” tem o valor que lhe damos

A vida não é só preenchida por coisas boas. Ainda que o facebook assim sugira. De igual modo a vida pode ser compreendida “enquanto” repleta de lições. A que me oportuna focar hoje é: “As coisas têm o valor que lhes damos….” Dito de outro modo: “Devemos dar o devido valor a cada coisa!” Resumindo J, a minha moral da história é: “Não vale a pena dar valor a quem/ ao que não o tem!!!” Capisce? J
Quem já não passou por uma série de [vamos chamar-lhes apenas:] problemas orquestrados para ocorrerem em simultâneo, afetando todas as “áreas” de interesse e aparentemente sem solução durante o milénio seguinte? Deixei de os contar… porque me cansei do profundo estado de tristeza inerente a tudo isso… aprendi a distinguir que alguns até nem eram problemas… eu que é que os tornava enquanto tal a partir do momento em que gastava energia a valorizar o que não tinha valor algum…
Toda a vida haverão problemas… muitas mais vezes ficarei esgotada de energia… ainda assim esforçar-me-ei pelo espírito de que sempre que reste uma gotinha que seja… quero olhar em frente e focar-me em algo positivo que esteja a decorrer… e é tanto! Odeio-me quando caiu na tentação da lamúria, o que para mim é diferente de desabafo, embora perigosamente próximos…
Existe tanta coisa bela para ser contemplada… mesmo atrás do nosso ombro. Existem tantos projetos borbulhantes nestas cabecinhas exaustas. Contemplar. Projetar. Criar. J <3 Bem melhor do que viver para os problemas… na verdade… ELES NÃO FOGEM… os que der, que esperem até amanhã!

Quem realmente importa...

Não sou nem quero ser “exemplo”

Não desejo, nem pretendo, ser exemplo para ninguém, exepto para a MF e para os manos que possivelmente ela não terá, mas é inerente... Tenho tantos defeitos que nem vale a pena tentar listar. E a pressão… não a quero para mim! Tenho ideias firmes, bem definidas e princípios que defendo com afinco, no entanto sou flexível à interferência do “passar do tempo”, pois enquanto seres evolutivos, também as ideias e as opiniões têm que se adaptar…
Apesar de ser fan  da “luva branca”, quando raramente tenho oportunidade, não me coíbo de um pouco de drama. Não existe maldade mais saborosa do que, ocasionalmente, “espremer” quem não perde uma oportunidade de o fazer. Desde que não hajam mortos nem feridos… há quem lhe chame justiça popular. Contudo, isto não faz de mim «Poderosa» e muito menos exemplo… apenas uma detentora de uma autoestima under REconstruction e um pouquinho de “toma lá” do teu veneno. J
Comedida, sim!? Não me considero uma pessoa supersticiosa, mas tenho uma boa dose daquilo a que comummente chamam “respeito” pelo karma. Daí que os dos princípios que melhor me definem, que mais defendo e partilho seja: “Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti.” Onde aplico mais isto é mesmo no que concerne a “meter o bedelho” na vida alheia, porque, claro está, detesto que se metam na minha…!
Sou consciente de mim própria. Do melhor e do pior. Sei que sou diferente. No entanto, sem nunca querer holofotes nem ser defensora de verdadeiras [e não “pseudo”…] extravagâncias, sempre primeira pela fuga à vulgaridade! Mas reitero: Não sou exemplo a seguir! Nem depositem demasiadas expetativas e/ou ilusões…! Normalíssima… E quando consigo uma grande conquista é com descrição que lá chego…
Não passo de uma iludida que anseia pelo seu próprio país das maravilhas… ser feliz, proporcionar e colher felicidade… J
Wishlist: FURLA Candy mini bag


sexta-feira, 27 de junho de 2014

N.Y.C.

A minha viagem de sonho. Há anos que deposito espectativas nesta cidade que tanto quero conhecer e sobre a qual “tão pouco” sei… talvez por isso os contornos deste desejo se aproximem efetivamente de um sonho.
Estava programada para o trigésimo aniversário… assim como tantas outras programações «desprogramadas». Entretanto tenho tido oportunidade de conhecer outros sítios deveras interessantes, que só alimentam a vontade de conhecer ainda outros… Sei bem que parece um cliché, mas a minha sede de viajar, de beber e compreender novos e diferentes locais e as respetivas culturas torna-se inacessível à medida que é maior…!?

Por vezes sonho com a aventura da mochila às costas, mas outras não dispenso a comodidade da “mala com rodinhas”… em comum a viagem de eleição: N.Y.C.
A minha «urbanita-cool» veste:
T-shirt, Jeans com suspensórios, Sandálias:
Zara baby girl/ mini

Páscoa 2014

Sempre adorei… mas à medida que os anos passam cada vez gosto mais das tradicionais férias de família. A Páscoa não é excepção. Aliás, já na minha infância eu era um “bom garfo” e por isso dois dos motivos pelo quais eu aguardava esta ocasião era a “Chanfana de Carneiro” da minha mãe e, com semelhante e enorme importância, o Folar da Páscoa característico da Beira Litoral. Permitam-me o à parte que o de Olhão não é nada mau… mas esse começou a fazer parte das minhas memórias anos mais tarde. Não deixar de referir que a Feira de Março constituía um ponto alto enfatizada pelo excelente ambiente de Férias! J
A matriarca é o indiscutível pilar e exemplo a seguir nestas reuniões. A sua débil saúde e os infortúnios daí provenientes levaram-nos a suprimir tais ocasiões com a naturalidade de um esquecimento. Sem a sua presença, preocupações e preparativos nada fazia sentido, nem o mood era sequer próximo. O colorido da festa tornava-se pálido.


Todos os anos são marcados por uma novidade… simplesmente impossível haverem duas ocasiões iguais. Mas este ano foi especial devido à vivacidade da pipoca. A MF já andava… enquanto a nós nos fazia correr. Os seus vocábulos ecoavam pela casa. O seu sorriso permanente torna tudo mais bonito e alegra os corações que logo ficam ansiosos pelo próximo momento “da” família… dispersos cronologicamente pela dispersão geográfica.


Blusa: H&M
Vestido: Bóboli
Sapatos: Chicco                                                     [A receita fica para um próximo post.]

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não é uma questão de dinheiro, é uma questão de bom gosto

Hoje em dia existe uma imensidão de ferramentas que permitem uma atualização constante, em tempo real, das tendências. Isto porque hoje a moda pode ser descrita como um fenómeno em mutação permanente e quase independente dos momentos altos das fashion seasons. O que se deve em grande parte ao fato de já não serem apenas os estilistas a ditarem as diretrizes, mas muitas figuras que estão constantemente iluminadas pelos holofotes dos media. Daí que o resultado nem sempre seja coerente ou aprazível. Não tem que ser branco, nem preto. Não tem que ofuscar ou camuflar! Não tem que ser “caro” [se tiver elevadíssima qualidade…bem… não é possível ignorar este aspeto, mas NÃO CHEGA!]… tem que ser harmonioso…tem que ser ora elegante ora fofo e mimoso [a moda infantil já não está de todo em segundo plano]!
Atitude, afirmação, autoestima, coragem, rebeldia, serenidade, sensatez… todos estes são ingredientes indispensável para uma escolha acertada. Sem atitude não há iniciativa nem esforço para que resulte. Sem afirmação dois lenços de seda monocromáticos costurados como um saco de batatas é suficiente. Sem autoestima não há nem sequer vontade de iniciar o processo… Sem coragem e rebeldia há aprecem as cerejas no topo do bolo, indispensáveis para a conclusão satisfatória da 1.ª fase. A serenidade e sensatez levam ao sucesso da 2ª fase, a elegância do usufruto no contexto adequado!
Sensibilidade. Critérios. Instinto. Portanto, não chega ser caro… J
Chapéu: In extenso
Óculos: Chicco
Fato de Banho: H&M

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Made by mammy

Poucas pessoas sabem que além de gostar de Lavores até nem me desenrasco muito mal. Houve por aqui um sábado em que senti imensa necessidade de me afastar do trabalho/ computador. Onde me havia de refugiar…lavores! Mas especificamente costura. Matéria-prima não falta cá por casa desde o nascimento da B. Quando foi o momento de pensar o enxoval da MF, houve mais um significativo reforço. Além de tudo isto, sempre que vou à retrosaria buscar “um alfinete” fico sempre a namorar um algodão, uma fita, uns botões… que me fazem regressar depois para buscar.
Este foi o último projecto executado [pois por executar estão uma infinidade deles…]. Adorei fazer, proporcionou-me um prazer imenso, e adoro olhar para a túnica. Aguardamos a estreia! Com o bom tempo que finalmente se instalou… não tardará!
Túnica: made by mammy

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Fim de semana prolongado

Dezassete meses de beleza e formusura. Quem o diz é uma mãe babada de quem não se esperaria que dissesse outra coisa. O feriado da MF foi dedicado à nova experiencia de praia e areia… ainda que só de passagem! Passeou muito de carrinho e cadeira… popós! Foi cansativo mas saboroso… como sempre! Contudo, reinou a boa disposição e o esbanjar de sorrisinhos alternados com birrinhas e novamente sorrisinhos! Sempre fofa o “mimocas” encantou de branco e rosa.
Visual "medium/low-cost":
Vestido: Bass 10
Sabrinas: In extenso 
Casaco: Zara Mini
Tinha tantas saudades do mar! Adoro a serra e vivo na serra por opção. No entanto, o mar invade-me de sensações e recordações boas, tão boas. Reconfortam-me a alma e recarrega-me as baterias de pensamentos positivos e de projectos e planos… Não que precise de muitos incentivos para entrar em “modo idiota”… mas as ideias que aqui surgem parecem melhores, mais viáveis e exequíveis. Sinto-me pessoalmente melhor e com motivação extra para cuidar de mim… Junto ao mar, sinto-me feliz e com vontade de ser mais feliz! Espero conseguir transmitir este prazer à MF. Faze-la sentir como um elemento que funciona incrivelmente melhor “a sol” e que irradia de felicidade quando banhado pelo mar… J Venham as férias, porque o “mood” já se instalou!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Sobre mim...

As minhas iniciais são d.r. e para já é suficiente. Sou arquitecta mas a minha profissão não me define. Sou complicada mas gosto de coisas simples e essenciais. Delicio-me com coisas bonitas e com o bonito e tenho bom olho para o que é de qualidade. O orçamento nem sempre colabora. Adoro pessoas interessantes e inteligentes que partilhem um ensinamento a cada palavra que profiram. Não gosto de pessoas que esgotam o meu vocabulário de conveniência. Adoro falar, conversar mas o meu ego não gosta de se colocar acima das pessoas nem das situações. Gosto de escrever embora a timidez de saber que alguém vai ler me retraia não porque me axe incapaz, mas não boa o suficiente. Não sofro do síndrome de inferioridade, mas gosto de ser discreta. Não gosto de me expor mas sou consciente que a adesão às redes sociais são um assumir de que nem sempre estou à sombra. Gosto de partilhar momentos felizes que motivem outros e muitos momentos felizes. Gosto da minha família. Somos normais e lutadores, temos defeitos, aborrecemo-nos mas adoramo-nos e estamos sempre presentes uns para os outros nas maiores adversidades! Esforço-me por não ser lamechas em público, mas amo o meu marido. Somos uma construção evolutiva à imagem um do outro. Os defeitos que ele abandonou eu assimilei, e vice-versa, mas reiterando o que escrevi “under construction”. Somos unidos e ambos pensamos pela própria cabeça. Não sou milionária, mas sou rica… J Gosto da calma, do sossego, da praia e da serra como “day bases”. Adoro quebrar a rotina com o movimento e o barulho das luzes de uma cidade interessante, culturalmente evoluída! Gosto do que faço, mas faço muito de que não gosto tanto. A vida não é fácil, mas todo o mau pode ter um lado bom… ou menos mau. Hum… tem dias. J
Gosto de cozinhar e de comer, gosto de livros como elemento decorativo e obviamente para ler, gosto de todo o tipo de lavores e todo o tipo de «bricolices». Se pudesse escolher uma figura como referência escolheria o homem do renascimento. A minha maior lamúria é não descansar tanto como necessito, mas física e psicologicamente sou incapaz de estar quieta. Gosto de produzir, de fazer, de idealizar e de projetar.
«Gosto» mais do que «não gosto».
Mas amar muito, amo a minha filha. Amo-a com todo o coração. O sentimento que nutro por ela nunca pensei sentir por outro ser, nem por mim própria. É uma criança incrível que me surpreende todos os dias. Até as birras me divertem embora nem sempre sejam fáceis de contornar. A maternidade foi o maior presente que a vida me ofereceu.
Eu sou mãe, mulher, esposa, arquitecta e uma sonhadora por defeito de infância. Vivo a acreditar que o amanhã será melhor.

As guerras ganhas também contam com batalhas perdidas.